23 maio2022

    Paes não vê risco de cancelar Réveillon com 2 milhões em Copacabana

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    O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), afirmou nesta quinta-feira (26), que apesar do avanço da variante Delta, não vê riscos para a festa de Réveillon prevista para 2 milhões de pessoas em Copacabana.

    “Em relação ao Réveillon, acho que está tão distante que a gente não tem nenhum risco. A gente, quando atingir uma determinada taxa de imunização da população, vai abrir”, disse ao ser questionado pela CNN.

    A declaração vem depois do cancelamento do plano de flexibilização, que começaria em 2 de setembro, mas por enquanto não tem nova data. O alerta do comitê científico que assessora o município sobre os riscos de reabertura em meio ao espalhamento da variante delta pesou na decisão.

    “Nós vamos manter o plano de acordo com aqueles percentuais de imunização. Não é mais dia 2, pode ser dia 9, enfim, isso vai ser adaptado ao longo do processo dependendo daquilo que a gente disse no início. Que era você ter um cenário epidemiológico que fosse favorável. O cenário epidemiológico nesse momento não é favorável em relação à variante Delta, mas atingindo determinado número de população imunizada com duas doses, a gente vai aos poucos retornando sim a uma normalidade”, disse ele.

    A variante delta é uma mutação cerca de 60% mais contagiosa do coronavírus e tem os efeitos da vacinação analisados em pesquisas pelo mundo. Leva o nome de “Delta” a cepa originária da Índia. O Ministério da Saúde já reconheceu publicamente que o epicentro da mutação é o Rio de Janeiro, mas outros países também já registraram casos de transmissão comunitária, ou seja, dentro das fronteiras.

    “Você tem variante Delta nos Estados Unidos hoje, você tem variante delta na Inglaterra, você tem variante Delta em Israel, você tem variante Delta na Espanha, o que eles fizeram foi aumentar dose, terceira dose de imunização, mas não houve mais nenhuma medida restritiva”, disse Paes na entrevista coletiva.

    Novas regras do Réveillon

    Para incentivar as empresas promotoras de eventos a enviarem propostas para a prefeitura, a Riotur desobrigou os interessados de atrelarem as propostas a patrocinadores. Até a última edição da festa, em 2019, os interessados em promover os shows precisavam apresentar junto com a proposta uma carta de intenção do patrocinador do evento. Neste ano, esse documento poderá ser encaminhado até o dia 31 de outubro.

    Paes avalia que o avanço da imunização é fundamental para a festa. “Nós estamos falando de uma coisa que vai acontecer daqui a quatro, cinco meses. Carnaval daqui a seis meses. Ontem o ministro [da Saúde, Marcelo Queiroga] disse que a gente pode estar com a população brasileira toda imunizada em outubro com às duas doses. Óbvio que se você tiver a população brasileira toda imunizada em outubro com às duas doses, em 31 de dezembro vai ter uma bela festa, a não ser que o mundo tenha desabado.”

    Fonte feed: Via Feed CNN Vinhos