segunda-feira, abril 15, 2024

Ranking elege coxinha entre as principais comidas de rua favoritas do mundo

Leia também

Fábio Snoozer apresenta-se neste domingo no Shopping Jardins

Músico é atração do projeto Viva Música O cair da...

Trupe Guaraná apresenta show de mágica neste fim de semana

Espetáculos gratuitos acontecem neste sábado e domingo, 13 e...

Roupa Nova anuncia sessão extra em Aracaju no dia 22 de maio

Após os ingressos do show se esgotarem com apenas...

Um a cada três bares em Sergipe opera no prejuízo; saiba os motivos

A pesquisa é da Associação Brasileira de Bares e...

Sim, o TasteAtlas atacou novamente, e o Brasil fez bonito – de novo – na enciclopédia gastronômica. Desta vez, quem se destacou foi a brasileiríssima coxinha, que ficou em 30º lugar no ranking das melhores comidas de rua do mundo.

Em primeiro, ficou o chinês guotie, uma espécie de bolinho de massa dobrada e frita, recheada com carne de porco moída, acelga, cebolinha, gengibre, vinho de arroz e óleo de gergelim.

Curiosamente, a nossa popular coxinha conseguiu bater ícones da cozinha de rua mundial, como a pizza al taglio (vendida em fatias) italiana, e as espetadas portuguesas, espetinhos lusos de vários sabores.

Para o TasteAtlas, a coxinha é “uma das comidas de rua favoritas do Brasil”, e pode ser definida como “um croquete crocante recheado com carne de frango e cream cheese [no caso, achamos que eles quiseram dizer “requeijão cremoso”], habilmente moldado em forma de coxa de frango, empanado e frito.”

De fato, a coxinha tem fãs ardorosos em todos os cantos do Brasil. Embora, como afirma o TasteAtlas, o salgado teria se originado em São Paulo, no século 19 e, “na década de 1950, se espalhado para o Rio de Janeiro e o Paraná”.

Segundo a enciclopédia gastronômica, diz a lenda que a coxinha foi feita pela primeira vez para o filho da princesa brasileira Isabel, que só gostava de coxa de frango.

No entanto, segundo historiadores da alimentação ouvidos pelo TasteAtlas, provavelmente o salgado foi inventado durante a industrialização paulista para ser comercializado como um substituto mais barato e durável aos tradicionais cortes de frango que, na época, eram vendidos na porta das fábricas locais como petiscos para os trabalhadores.

Fonte feed: Via Feed Revista Menu