A intenção de compra de imóveis no Brasil atingiu o maior nível da série histórica e já alcança cerca de 50% dos domicílios brasileiros, segundo pesquisa divulgada nesta semana pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção, CBIC. O movimento sinaliza um novo ciclo de aquecimento do mercado imobiliário, com milhões de famílias se preparando para sair do aluguel ou investir na casa própria nos próximos dois anos.
Em meio a esse cenário, especialistas alertam para um ponto ainda pouco discutido: a baixa proteção das moradias no país. Atualmente, apenas cerca de 17% das casas e apartamentos possuem seguro residencial, e menos de 1% contam com cobertura específica para eventos como alagamentos, justamente em um momento em que enchentes e eventos climáticos extremos vêm gerando bilhões de reais em prejuízos.
Para Gustavo Andrade, diretor operacional e administrativo do Grupo VSX, o seguro residencial precisa ser encarado como parte do planejamento financeiro da família. “Quem assume um financiamento ou compromete grande parte da renda na compra de um imóvel não pode correr o risco de perder tudo diante de um incêndio, um curto-circuito ou uma enchente. O seguro funciona como um amortecedor financeiro”, afirma.
Além das coberturas básicas, como incêndio, queda de raio e explosão, o seguro residencial pode incluir proteção contra danos elétricos, roubo, vendaval, impacto de veículos, desmoronamento e responsabilidade civil familiar, inclusive para situações como infiltrações que atingem apartamentos vizinhos. Algumas apólices também oferecem assistência 24 horas com serviços de chaveiro, encanador e eletricista, além de cobertura para pagamento de aluguel temporário enquanto o imóvel passa por reparos.
Segundo o especialista, o custo costuma ser relativamente baixo quando comparado ao valor do patrimônio protegido. “Em muitos casos, o valor anual do seguro representa uma fração do que se paga por outros serviços, mas protege um bem que pode representar a maior conquista financeira da família”, destaca.
Com o mercado imobiliário em alta e o aumento da exposição a riscos climáticos e acidentes domésticos, o debate sobre proteção patrimonial ganha força. Para quem está concretizando o sonho da casa própria ou adquirindo imóvel para investimento, avaliar a contratação de um seguro residencial pode ser decisivo para transformar um projeto de vida em um patrimônio protegido.
Com atuação nacional no mercado de seguros e benefícios, o Grupo VSX acompanha de perto o crescimento da demanda por proteção patrimonial e tem observado aumento na procura por seguro residencial, especialmente entre famílias que estão adquirindo o primeiro imóvel ou financiando a casa própria.