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    São Cristóvão realiza licitação para concessão de uso do restaurante do Mirante do Cristo

    A prefeitura de São Cristóvão realiza licitação na modalidade pregão, na forma eletrônico, para concessão de uso de imóvel no Mirante do Cristo Redentor. O imóvel é de propriedade do Município de São Cristóvão, seu uso será de título oneroso e deverá ser utilizado para a exploração comercial de refeições no almoço e jantar e bebidas em geral.

    O Cristo Redentor de São Cristóvão fica localizado na Colina do Cristo na entrada do Centro Histórico. É o mais antigo do Brasil, sua inauguração data de 1926. Após anos sem qualquer investimento para recuperação da área, o monumento e sua redondeza vêm passando por obras de reforma e revitalização do espaço, com a construção de escadarias para romeiros e demais pedestres, pavimentação, amplo estacionamento e um restaurante. O investimento na obra da área do Cristo é de R$ 2.319 milhões até o momento, mas há também a recuperação da pavimentação da via de acesso que custou R$ 740 mil.

    O prédio que abriga o restaurante é uma construção modernista, sustentada por pilotis, com dois salões avarandados que possibilita uma bela vista do Centro Histórico e até mesmo a área de praia da área de expansão que divide os municípios de São Cristóvão e Aracaju, com decoração de cobogós.

    As propostas serão recebidas até às 09h29 do dia 24/10/2022, e a sessão será aberta às 09h30 no portal do https://licitanet.com.br/ Saíra vencedora a maior oferta unitário-mensal, sendo que o lance inicial não poderá ser inferior a R$ 3.800 mil, o contrato de concessão será de 60 meses. O edital e informações complementares, encontram-se à disposição dos interessados na sala da Comissão Permanente de Licitação, situada à Praça São Francisco, s/n., em São Cristóvão, de segunda-feira à sexta-feira, em dias de expediente, no horário das 08 às 14h, ou através do site https://www.saocristovao.se.gov.br/ e https://licitanet.com.br/ e do e-mail: licitacaoscse@gmail.com ou através do telefone (79) 3045-4930 – 9957-2784.

    Passeio Mágico dos Unicórnios despede-se do RioMar com grito de Carnaval

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    Passeio Mágico dos Unicórnios despede-se do RioMar Aracaju com grito de Carnaval

    O desfile conta com bandinha de música, distribuição de guloseimas e acesso gratuito

    A temporada de desfiles temáticos inspirada na magia dos unicórnios será encerrada no próximo final de semana. E para celebrar o sucesso das paradas que movimentaram e encheram os corredores do RioMar Aracaju de cores e alegria, neste sábado, 4 de fevereiro, a despedida dos cavalinhos mágicos e dos personagens performáticos acontece em torno de um animado encontro carnavalesco.  

    A concentração do Passeio Mágico será na Praça de Eventos Rio, a partir das 16 horas, e seguirá pelo mall ao som de animadas marchinhas de Carnaval.   O evento voltado a toda família terá acesso gratuito. Para curtir a diversão, basta chegar e acompanhar o divertido cortejo.

    A criançada ainda poderá aproveitar as Ilhas da Diversão, que oferecem brinquedos gratuitos, a feira de livros localizada na Praça de Eventos Mar e o Circuito Unicórnios, um espaço repleto de brincadeiras incríveis para crianças de 3 até 12 anos.

    Serviço

    O quê? Despedida do Passeio Mágico dos Unicórnios com grito de Carnaval 

    Quando? Dia 4 de fevereiro, às 16h

    Onde? Concentração na Praça de Eventos Rio e cortejo pelos corredores do shopping

    Acesso? Gratuito

    Classificação etária? Livre

    Por que os embutidos do Brasil continuam usando aditivos associados ao câncer?

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    Há oito anos, um instituto ligado à OMS colocou as carnes processadas na categoria de produtos “comprovadamente” associados ao câncer. Mas não há previsão de retirar do mercado essas substâncias 

    A velha máquina de encher linguiça estava largada em um canto da cozinha da minha avó. Foi preciso lavar, lixar e passar óleo nas engrenagens enferrujadas. Parecia uma boa maneira de aprender a fazer algo que os antigos haviam feito durante boa parte da vida, antes que eu nascesse, num tempo em que eles também se lançavam a fabricar o próprio vinho, a criar as próprias galinhas e a costurar parte das blusas que nós usamos durante a infância.

    Depois de algum trabalho, só faltava encontrar os ingredientes certos. No Mercado Municipal de São Paulo, o açougueiro me vendeu a carne de porco, a tripa seca para encher a linguiça e um ingrediente que ele rotulou como imprescindível: o sal de cura. Naquele tempo (por volta de 2010), na minha vida, existia uma preocupação difusa com alimentação saudável e uma preocupação mais concreta com cultura alimentar.

    Eu não sabia, mas já naquele tempo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), que faz parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), havia concluído que os nitritos e os nitratos de sódio, sob determinadas condições, tornavam-se um composto “provavelmente carcinogênico”.

    Cinco anos depois, em 2015, a Iarc colocou todo um grupo de alimentos sob a categoria de “comprovadamente” associado ao câncer: as carnes processadas, no Brasil conhecidas pelo título genérico de embutidos – mortadela, linguiça, peito de peru, presunto, salame e companhia. Era um fato inédito na história da Iarc.

    Soube disso uns dois anos depois. Foi então que decidi pesquisar o que era o sal de cura que o açougueiro indicara. E, sim, eram os tais nitritos e nitratos. Ou melhor, uma mistura de sal comum com nitritos e nitratos. Por sorte, minha experiência como charcuteiro não sobreviveu às primeiras linguiças: o cheiro forte de porco escorrendo pelas mãos logo me desanimou. Mas essa história não acaba e não termina por aí: são décadas e décadas de controvérsias, lobby, desinformação científica e danos à saúde.

    O que são

    Nitritos e nitratos de sódio e de potássio são compostos derivados do nitrogênio. Entre outras, são usados para curar pedaços de carne, em especial de porco. No Brasil, dificilmente se encontrará uma carne processada que não tenha esses aditivos.

    Por que são um problema

    Porque no processo de cura ocorre uma transformação desses aditivos em compostos nitrosos que se tornam carcinogênicos. Segundo a Iarc, o câncer colorretal é o terceiro tipo de câncer mais comum globalmente, e o segundo mais letal. Nas palavras da organização, “ao mudar sua dieta para incluir mais frutas e vegetais e menos carne, particularmente carne processada, você pode reduzir seu risco de câncer colorretal”. Em resumo, considera-se que existe uma “forte, porém ainda limitada” evidência científica de que carnes processadas causem câncer colorretal. Há ainda evidências de associação com câncer pancreático e de próstata.

    Para que servem

    Atualmente, a legislação brasileira reconhece nitritos e nitratos como “conservadores”, ou seja, oficialmente são aditivos que aumentam o tempo de vida dos produtos e evitam o surgimento de bactérias capazes de causar doenças. Regulamentos técnicos do Ministério da Agricultura definem que, em algumas categorias, é obrigatória a adição de nitritos e nitratos de sódio ou de potássio.

    Mas a realidade quanto ao uso é mais complexa. Inicialmente, esses aditivos foram adotados para uma função cosmética. O livro Who poisoned your bacon [Quem envenenou seu bacon?, de 2021], do documentarista francês Guillaume Coudray, reconstitui o histórico de uso de nitritos e nitratos.

    E esta é uma boa hora para dizer que a discussão sobre os nitro-aditivos nos leva a uma discussão mais ampla, crescente nos últimos anos, sobre o uso de aditivos alimentares. À medida que se avolumam as evidências que associam ultraprocessados a uma série de problemas de saúde, aumenta também a necessidade de entender melhor por que há tantos aditivos liberados para uso, que papéis cumprem e que problemas podem causar quando se somam em nossa ingestão diária.

    Como começou

    Os nitratos de sódio foram desenvolvidos no século 19. E deslocaram geograficamente a produção de carnes processadas, da Europa para os Estados Unidos, onde os primórdios da industrialização massiva criaram uma demanda por padronização. Chicago se autoproclamou “o açougueiro de porco do mundo”. Na virada do século, 40% dos porcos do planeta eram mortos no país. Nesse momento, os nitratos eram oficialmente usados como corantes.

    Já os nitritos de sódio passaram a ser adicionados no começo do século 20, e logo se descobriu que uma pequena dose, de 2 a 4 gramas, o equivalente a uma colher de sopa, poderia ser letal per se.


    O ponto-chave dessa soma de fatores é um só: perda de qualidade. Nitritos e nitratos representam uma economia de tempo de criação e de métodos de criação dos animais.

    Como essa história continua

    Toda essa vantagem competitiva dos nitro-aditivos criou pressões sobre os fabricantes europeus, que logo repassaram essa pressão aos governos para que liberassem o uso de forma a poder fazer frente aos Estados Unidos. Alguns países cederam; outros, não. Curiosamente, são esses países que não desaprenderam a fazer embutidos usando os métodos tradicionais, e hoje oferecem produtos caríssimos, como os presuntos de Parma, da Itália, e Pata Negra, da Espanha.

    Linha do tempo
    Um histórico de problemas
    Anos 1950

    Toxicologistas do Reino Unido alertam que nitritos e nitratos podem ser carcinogênicos.

    Anos 1960

    Crescem as evidências, e os fabricantes reagem, tentando rebater os dados científicos.

    1969

    Departamento de Agricultura dos EUA admite que pode haver associação entre nitro-aditivos e câncer.

    1972

    Iarc produz primeiras monografias a respeito.

    1977

    Food and Drug Administration, agência de alimentação e saúde dos EUA, e Departamento de Agricultura dão três meses para a indústria comprovar que nitritos e nitratos não são nocivos.

    1997

    World Cancer Research Fund reforça os alertas e declara: “evite carnes processadas”.

    2002

     A OMS adota a recomendação para que se limite o consumo de carnes processadas.

    2015

    Iarc revisa 400 estudos epidemiológicos, e conclui que as carnes processadas devem ser colocadas no Grupo 1, ou seja, no grupo para o qual há evidência suficiente de associação com câncer. Esse grupo é povoado também por tabaco e amianto, o que não significa que sejam substâncias igualmente nocivas e letais.

    Uma campanha de desinformação

    Nos anos 70, diante de evidências cada vez mais robustas, a indústria de carnes processadas lança uma campanha de contra-informação. É então que aparece a alegação de que os nitro-aditivos não são meramente cosméticos: seriam conservantes importantes para evitar a ocorrência de botulismo.

    “Essa alegação é recente. A indústria da carne se lançou a isso desde que foram levantadas questões sobre a segurança dos nitritos. Anteriormente, a indústria dizia utilizar nitritos primariamente para dar a suas carnes o sabor e a cor avermelhada característicos.”
    Jornal The Washington Post, 1976

    O livro Who poisoned your bacon? busca historicamente a origem desse argumento. Até 1970, vasculhando os registros de Estados Unidos, França, Alemanha e Reino Unido, o autor não encontra qualquer menção à prevenção de botulismo. Mas, diante da pressão crescente, criou-se uma narrativa a partir de uma crise de saúde ocorrida em 1815 em Württemberg, na Alemanha.

    A indústria diz que mortes foram causadas pela ausência de conservantes. “Como os autores não mencionam sua fonte, essa alegação é difícil de verificar. De toda maneira, esses autores deixam de lado o ponto essencial. Em seus escritos, Kerner [um médico da região] não menciona salpetra. Em vez disso, demonstra que a causa do ‘envenenamento do sangue pela salsicha’ é a falta de cuidado e o uso de carne podre”, escreve Guillaume Coudray. Havia um tipo específico de salsicha dando problema: era feita com leite e outros itens perecíveis, em péssimas condições de higiene e de preservação.

    Nos Estados Unidos dos anos 70, diante do aumento das evidências contrárias aos nitro-aditivos, o Congresso abriu uma investigação. “Nos 40 anos cobertos pelo relatório, não houve um único caso de botulismo conectado a presuntos, bacon, salsichas, salame ou carne enlatada: nenhum caso em uma imensa produção de carne processada”, continua Who poisoned your bacon.

    “Meu avô comia um monte de embutido e nunca teve problema” Nos tempos do seu avô…
    • não havia dados específicos sobre câncer
    • não havia estudos sobre nitritos e nitratos vs câncer
    • possivelmente os embutidos eram produzidos sem nitro-aditivos

    O consumo no Brasil

    Os dados populacionais mais recentes são da Pesquisa de Orçamentos Familiares, do IBGE, coletados em 2017 e 18. Em comparação com o levantamento anterior, de 2007 e 08, a frequência de consumo de salsicha, mortadela e presunto havia recuado consideravelmente, ao passo que a linguiça apresentava um ligeiro aumento.

    Porém, vale uma enorme ressalva: os dados foram coletados antes do combo de Jair Bolsonaro, inflação e pandemia. Antes que o Brasil tivesse ao menos 33 milhões de pessoas em situação de fome. É possível que o consumo de algumas carnes processadas tenha aumentado, em especial considerando a perda de renda da população e os altos preços das carnes bovinas.

    Como funciona a fiscalização no Brasil

    A fiscalização do uso de nitro-aditivos no Brasil é regulamentada por um ofício de 2009 do Ministério da Agricultura. Como se dá em outras searas de atuação da pasta, esse setor opera na base do “autocontrole“, ou seja, as corporações monitoram a si mesmas. Caso ocorra alguma violação, pode-se optar pelo recall dos produtos, pela suspensão da comercialização ou, por fim, pelo cancelamento do registro do produto.

    Por meio da Lei de Acesso à Informação, nós questionamos o Ministério da Agricultura sobre relatórios de fiscalização. E não há: “O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal não faz um controle ou consolidação sistemáticos voltados ao uso de aditivos conservantes nos produtos cárneos.” O que não significa que violações não ocorram.

    Alguns trabalhos acadêmicos buscam mapear esse problema. Em 2020, docentes do curso de Ciência e Tecnologia dos Alimentos da Universidade Federal do Pampa publicaram um artigo. Nesse trabalho, eles analisaram se a quantidade de nitritos e nitratos presente nas marcas-líderes de embutidos estavam dentro da legislação e do declarado no rótulo.

    Os autores concluem que “isso demonstra que não existe um cuidado pelas empresas na padronização das quantidades de aditivos adicionados durante a fabricação de um produto”. Em resumo, mesmo no cenário atual, as empresas poderiam fazer muito melhor com um pouco mais de cuidado.

    Para que se tenha uma ideia, em um dos casos de salsicha, bastaria consumir 18 gramas para extrapolar o limite de nitrito estabelecido pela legislação. A concentração era de 244,69 miligramas por quilo – o máximo permitido é de 150 miligramas.

    O que fazer?

    Durante a produção dessa reportagem, ao longo de semanas, tentamos contato com diferentes charcutarias. Ninguém quis conceder entrevista. No geral, mesmo entre charcutarias artesanais, predomina a ideia de que a retirada de nitritos e nitratos é inviável e representaria um enorme risco sanitário.

    O autor de Who poisoned your bacon? aponta que a adição de zinco, historicamente, tem dado melhores resultados. Porém, esse método, usado na Espanha e na Itália, representaria alguns problemas em termos de custos: se a maturação não é bem-feita, o produto final tem um sabor ruim, o que não acontece tão facilmente na adição de nitritos e nitratos; e a cura é muito mais lenta.

    Em resumo, por agora seguir a orientação da OMS de limitar o consumo de carnes processadas é o melhor caminho. Enquanto isso, a produção de novas evidências científicas pode esclarecer dúvidas sobre alternativas e problemas, e os governos podem ser pressionados a mudar as regras para garantir o uso de aditivos comprovadamente seguros.

    Fonte feed: Via Feed O Joio e o Trigo

    Mais de duas toneladas de resíduos foram coletadas durante o Festival de Verão

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    O trabalho de coleta e triagem foi realizado durante os dois dias de evento com apoio do projeto Recicla Solar – iniciativa da Solar Coca-Cola em parceria com a Coca-Cola Brasil

    Mesmo tendo a música como protagonista, a sustentabilidade também foi marca do Festival de Verão 2023, que aconteceu no Parque de Exposições de Salvador nos dias 28 e 29 de janeiro. Enquanto os artistas embalavam as 80 mil pessoas que passaram pelo local, uma equipe de cerca de 60 catadores, além de coletar, fazia um trabalho fundamental: a triagem dos resíduos sólidos produzidos durante o evento. Quem passou pelo espaço do FV23 não deixou de notar a ‘Tenda Sustentável’, stand inédito de triagem de resíduos, que além de permitir a separação ao vivo, estava aberto ao público, possibilitando que as pessoas pudessem interagir e tirar dúvidas. A iniciativa está alinhada à nova campanha da Coca-Cola América Latina, “Somos Muitos” que celebra o papel das pessoas nas mudanças positivas e reforça o compromisso de inovar e oferecer novas soluções para os desafios, como a gestão de resíduos.

    A ação educativa teve suporte do Recicla Solar, projeto de apoio à reciclagem da Solar Coca-Cola, segunda maior fabricante do Sistema Coca-Cola do País, em parceria com a Coca-Cola Brasil. À frente do stand e do trabalho de coleta de resíduos estava a equipe da Cooperativa de Coleta Seletiva Processamento de Plástico e Proteção Ambiental (CAMAPET). Ao todo, foram coletadas mais de 2,2 toneladas de resíduos. Entre os materiais coletados estão metal (1.293 kg), plástico (594,8 kg), papel e papelão (164 kg), vidro (158 kg) e materiais orgânicos (51 kg).

    De acordo com Fernanda Raizama, diretora regional da Solar, o foco da iniciativa durante o FV23 foi a conscientização sobre a sustentabilidade e a contribuição para a economia circular. “Estimulamos a coleta e a parceria com cooperativas, tanto no nosso território com o Recicla Solar, quanto em todo o país por meio do Reciclar Pelo Brasil, plataforma nacional de reciclagem da Coca-Cola Brasil. Dessa maneira, a Solar age em todas as pontas do processo de circularidade. Nossa intenção é que todo esse resíduo seja beneficiado, possa retornar para uma fábrica de resina e ser reutilizado para fabricação de mais embalagens produzidas de maneira ecologicamente correta”, conclui.

    Além de reduzir o impacto ambiental de um dos principais eventos musicais do país, a ação teve também uma importante contribuição social. Após prensado, todo o material será destinado à agregadora Carbongreen e comprado pelo Recicla Solar, impactando positivamente as famílias dos cooperados. A iniciativa reforça a visão de um Mundo Sem Resíduos da Coca-Cola Company, no qual a empresa tem a meta de, até 2025, ter 50% de material reciclado nas embalagens e, até 2030, dar destinação adequada a 100% das embalagens que a companhia coloca no mercado.

    Katielle Haffner, Head de Sustentabilidade, Relações Públicas e Comunicações da Coca-Cola Brasil, comemora os resultados da ação inédita.

    “Fazer essa iniciativa acontecer foi um desafio, mas sabíamos que, ao final, teríamos um resultado extraordinário, além da possibilidade de impactar positivamente as milhares de pessoas que passaram pelo evento e puderam aprender um pouco mais sobre um tema que é tão valorizado pela Coca-Cola, a reciclagem. Apoiamos iniciativas de coleta e reciclagem em grande escala como essa, pois entendemos que é a base para criação de uma economia circular genuína, além de promover a educação ambiental e gerar impacto social positivo. Estamos empenhados em pensar e desenvolver soluções para aumentar as taxas de coleta e reciclagem de garrafas PET pós-consumo e garantir o fornecimento de PET de que precisamos”, afirma.

    Sobre o Recicla Solar

    Para somar esforços ao compromisso WWW, em 2021 a Solar Coca-Cola, com o apoio da Coca-Cola Brasil, lançou o Recicla Solar, que vem ampliando significativamente a coleta seletiva e a promoção de impacto socioeconômico positivo no Nordeste. O programa visa estimular a cadeia de reciclagem, contribuindo para a destinação adequada dos resíduos por meio de parcerias com centrais de coleta, organizações de catadores e agregadores de PET pós-consumo em Pernambuco, Ceará e Bahia.

    Os resultados já mostram o fortalecimento da economia circular. Ao todo, nos últimos dois anos, aproximadamente 10 mil toneladas de PET já foram coletadas com a iniciativa encerrando 2022 superando a meta do ano e conseguindo produzir atualmente 23% de PET com resina reciclada em suas embalagens. Para este ano, a previsão é que o programa se expanda para outros estados do Norte e Nordeste.

    ‘A Jornada’ com Cecília Machado ocorre neste domingo

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    A master coach empreendedora, Cecília Machado, vai ministrar ‘A Jornada: transforme sua vida, sua carreira e seus relacionamentos’ em Aracaju. A capacitação vai ocorrer no dia 5 de fevereiro, a partir das 9h no Del Canto Hotel. As inscrições podem ser feitas através do número (79) 99157-8090.

    Durante a jornada, o participante vai aprender a técnica para resgatar a autoestima, autoconfiança e amor próprio, reconhecendo o seu próprio valor, o talento, e toda a bagagem que para fazer diferença nesse mundo e conquistando o poder de ser protagonista da própria vida.

    O evento ‘A Jornada’ tem objetivo de fortalecer o protagonismo da vida de cada um. A base de todo conteúdo é ensinar os elementos essenciais para que todo aluno consiga assumir o governo dentro da sua jornada e conta com dinâmicas vivenciais e conteúdo rico, possibilitando a elevação de todo potencial da mente humana a fim de bloquear os sabotadores internos que dificultam os resultados extraordinários.

    “Farra do Galã” acontece neste sábado, 4, no Mediterrâneo

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    Ele está de volta! O alagoano Galã oficial vai aterrisar em Aracaju para o projeto “Farra do Galã”. O show será na noite deste sábado, 4 de fevereiro, a partir das 21h, no Mediterrâneo House Music.

    A realização é da Celebration Entretenimento, Mediterrâneo House Music e F3 Produções.

    Os ingressos podem ser adquiridos no Hangar 645, IPhone 079 e através do site www.guicheweb.com.br/mediterraneohousemusic.

    Circuito Pé na Areia Gatorade reuniu mais de 900 atletas em Aracaju 

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    Realizado pelo Clube da Caixa APCEF/SE, o Circuito Pé na Areia Gatorade chegou ao fim no último final de semana com a participação de mais de 900 atletas nas modalidades de vôlei de praia, futevôlei e beach tennis. Número de inscritos que transformaram o torneio na maior competição de esportes de areia do estado. As disputas aconteceram no complexo de areia Ana Fabíola de Lima no próprio clube e envolveram as categorias de Base (iniciante, Sub 15 e Sub 19) até o Master (40+ e 50+). 

    Na competição, os atletas receberam um kit com camisa, gatorade, viseira, toalha de rosto, mochila, pulseiras de acesso ao clube e credencial. Os jogos da quadra principal tiveram direito a transmissão ao vivo no Youtube com narrador e comentarista. O encerramento, que aconteceu no último domingo, 29, contou com uma super festa com diversas atrações como  DJ Sammy, Dona Santta, Ninha (ex-Timbalada), Marcos Vinicius, além da feijoada que já é sucesso no clube.

    “A APCEF/SE é uma incentivadora do esporte no estado de Sergipe e preparou uma estrutura completa, que atendeu atletas e telespectadores. Tivemos uma super estrutura com estacionamento privativo, acesso preferencial, área verde com exposição, palco com atrações musicais, quatro quadras de areia, praça de alimentação, bar, restaurante climatizado, espaço para torcida, do atleta, saúde e bem-estar, massagem, patrocinadores, arbitragem, sorteio de brindes e muito mais. Foi um evento maravilhoso para toda a família e já estamos na expectativa para a próxima edição”, destacou Diogo Melo, presidente da APCEF/SE. 

    A próxima edição será ainda em 2023, no mês de agosto e promete reunir ainda mais atletas. 

    “Estamos muito satisfeitos com o resultado e a proporção que o torneio tomou se transformando na maior competição de esportes de areia do estado.  Vale destacar que nada disso seria possível sem os nossos vários patrocinadores, entre eles: Gatorade, Hospital Renascença, Auto Peças Macedo, Loja Athleta, Guima Caoa Chery, B&M fit, Levva Viagens, Maravilha motos e os diversos outros”, agradeceu o presidente. 

    Tudo pronto para o Carnaval no superapp do RioMar Online

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    Carnaval 2023

    Tudo pronto para a festa no superapp do RioMar Online

     Plataforma digital disponibiliza produtos diversos para quem vai curtir a folia carnavalesca

    O carnaval 2023 está batendo à porta e o coração do brasileiro já começa a pulsar em ritmo de folia. Com a proximidade da festa, é hora de pensar nos roteiros carnavalescos, organizar a programação da família, pensar nos looks para os bailes e bloquinhos de rua e deixar tudo pronto para curtir os festejos de Momo com muita animação.

    Pensando em quem vai cair na folia ou aproveitar o período para descansar e curtir dias de sol e mar, o RioMar Aracaju disponibiliza em sua plataforma digital www.riomararacajuonline vários itens indispensáveis como alimentaçãofantasiasacessóriosrasteirasmoda praiamakebebidaspiscina inflávelcadeira de praia, entre outros.  

    A plataforma digital ainda conta com vários modais de entrega como delivery, locker, drive-thru, retirada na loja ou na Central de Atendimento ao Cliente. Além disso, com a entrega Express, os produtos desejados chegam em até 2 horas. O RioMar Online atende a todos os bairros de Aracaju e algumas regiões de Nossa Senhora do Socorro, São Cristóvão e Barra dos Coqueiros. O frete é grátis na primeira compra ou nos pedidos acima de 100 reais.

    Carnaval com Havaianas no pé

    E neste clima de festa, nada melhor do que uma boa promoção, para o cliente colocar o pezinho nas festas de Momo. Até 12 de fevereiro, os pedidos a partir de R$ 80,00 vão acompanhados de um “Vale Havaianas “, modelo Slim. O voucher poderá ser utilizado para adquirir outro modelo de sandália, apenas completando o valor do produto que o cliente deseja levar. A loja Havaianas do RioMar Aracaju, que fica localizada no piso L1, ao lado da Centauro.

    Dicas de vinhos e espumantes para curtir o Verão 

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    Vinhos e espumantes são uma ótima pedida para deixar os dias de Verão mais refrescantes e saborosos. No GBarbosa é possível encontrar ótimas opções de rótulos leves com acidez moderada, com destaques para os portugueses: Quinta Casal Monteiro, branco e rosê, da região do Tejo, e os verdes Calamares e Casal Garcia. Dos vinhos nacionais, uma excelente opção é brasileiro Naturalle branco, da Casa Valduga, que tem uma grande predominância de aromas frutados e florais. Entre os espumantes, o argentino Balbo nas versões brut e rosê tem grande preferência. 

    Para garantir que estarão na temperatura ideal, a recomendação é que sejam servidos mais resfriados, a uma temperatura entre 8 e 12°C. Como sugestão de entradinhas para harmonizar estão torradas e patês, frutas secas, saladas e frutos do mar. Além disso, os vinhos brancos e espumantes são ótimas opções para receitas de drinks refrescantes, como Clericot.

    Para que os clientes possam aproveitar ainda mais a estação, cada R$ 20 em compras no GBarbosa, contendo ao menos um produto das marcas participantes, dará números da sorte para concorrer a 10 viagens com tudo pago. Para isso, basta estar cadastrado no App GBarbosa e informar o CPF no caixa, na hora da compra. Os pedidos feitos pelo site www.gbarbosa.com.br também geram números da sorte. Clientes do Cartão GBarbosa têm duas vezes mais chances de ganhar, pois recebem número em dobro. A campanha é válida até 27 de fevereiro.

    Calcinha Preta e Amorosa são atrações do Festival de Cultura e Gastronomia na Fazenda Vidam Escurial

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    Com o objetivo de fortalecer a cultura sergipana e valorizar a gastronomia nordestina, o Grupo Vidam vai realizar o Festival de Cultura e Gastronomia na Fazenda Vidam Escurial, localizada em São Cristóvão. O evento que vai ser realizado neste sábado, 4 de fevereiro, a partir das 12h, será comandado pela banda Calcinha Preta, Amorosa e grandes atrações.

    O festival promete ser marcado por grandes emoções e descobertas. É um programa para toda a família e o público vai conhecer um pouco mais da história e cultura desbravando as maravilhas de uma fazenda colonial que hospedou até Dom Pedro. Vai poder viver a experiência do cotidiano da vida em uma fazenda colonial com auxílio de guias de turismo mostrando os encantos do casarão e sua história.

    A programação vai contar ainda com os grupos Três Moleques, Paulo Santos, Orquestra Balança EU, peças teatrais e encenações de traduções da cultura nordestina, além de fogueira, passeio de charrete, recreação infantil com brincadeiras tradicionais, junto ao melhor da gastronomia sergipana e nacional.

    Garanta agora mesmo o seu passaporte para ter um fim de semana muito divertido, cheio de descobertas, programação cultural de primeira e gastronomia incrível. Os ingressos estão sendo vendidos por preço de a partir de R$ 150 com opções de buffet, Open food e Translado. Ingressos sendo vendidos no Vidam Hotel Aracaju, site www.vidamhotel.com.br ou através dos telefones: (79) 99863-1002 / (79) 33040-700.

    Shopping Jardins realiza bloquinhos infantis aos sábados

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    A folia será iniciada no dia 4 e seguirá até 25 de fevereiro em Aracaju (SE)

    A temporada da fantasia e da alegria ganha uma programação pra lá de especial no Shopping Jardins, em Aracaju (SE). Durante o mês de fevereiro, acontece o ‘Jardins Folia’ e as famílias serão agraciadas com animados bloquinhos aos sábados. A diversão momesca começa neste sábado, 4 de fevereiro, e segu