Representatividade de mulheres na liderança de Produção do Grupo HEINEKEN cresce de 18% para 35% em três anos

Representatividade de mulheres na liderança de Produção do Grupo HEINEKEN cresce de 18% para 35% em três anos

Tradicionalmente associada aos homens, a área de Produção tem se destacado nas metas de Diversidade, Equidade e Inclusão da companhia

Em três anos, a participação de mulheres em cargos de liderança na área de Produção do Grupo HEINEKEN aumentou de 18% para 35%. Esse avanço está sendo recebido com bastante otimismo pela companhia, tendo em vista a importância da área para as operações de suas cervejarias no Brasil, bem como seu potencial de impulsionar os números de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) em um setor ainda tradicionalmente associado à participação masculina, como as linhas de produção. Recentemente, a empresa anunciou que atingiu a marca de 44,7% de mulheres em cargos de liderança considerando todas as áreas, um salto de 6% em relação ao ano anterior.

Considerando diferentes níveis, não somente liderança, a participação de mulheres na Produção aumentou de 14% para 37% em três anos na companhia. Um destaque vai para a cervejaria de Passos (MG) que é, até o momento, referência em práticas socioambientais e a primeira a ser construída do zero pelo Grupo. Na unidade, as mulheres ocupam 45% dos cargos de liderança na área de Produção.

Além de investir no desenvolvimento das mulheres que já atuam na organização por meio de um mapa de sucessão sólido e de um plano de desenvolvimento pessoal robusto que prevê mentorias e treinamentos, a companhia também tem como estratégia a criação de vagas afirmativas – ou seja, a intencionalidade. Um ponto de destaque é a iniciativa Elas que Brilham, programa que tem como foco a aceleração de carreira para mulheres que atuam em áreas majoritariamente ocupadas por homens, a fim de capacitá-las e torná-las líderes dentro do período de 12 meses.

“Aumentar a presença de mulheres no setor corporativo como um todo, mas, principalmente, em áreas atreladas à indústria traz benefícios econômicos e sociais significativos. Ao continuar investindo em programas de DEI, conseguimos impulsionar nossa competitividade, resultados e, acima de tudo, reter talentos”, afirma, Raquel Zagui, head de DEI global e vice-presidente de Pessoas do Grupo HEINEKEN no Brasil.

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